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E-ZINE UNITRILHAS
...mais vida
No. 20 - 2/4/2003
 
Um serviço oferecido pelo Unitrilhas
Número de assinantes: 461
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Nesta edição:
 
1. A d o t e   U m a   M o n t a n h a
2. ? E c o t u r i s m o
3. C h e g o u   o   V e r ã o
4. M a n i f e s t a ç õ e s   H u m a n a s
5. A t e n d i m e n t o
6. P r ó x i m o s   R o t e i r o s
7. D i c a s
8. E n t r e v i s t a
9. A g e n d a   V i v a   M a i s
 
 
Nessa época do ano; também devido ao clima; parece que tudo começa 
a se acalmar. Há uma influência do outono em nosso estado pessoal. 
Confesso que a guerra e a enxurrada de e-mails sobre, me tira desse 
aconchego, numa atitude compreensível mais imediatista das pessoas. 
Talvez porque eu não esteja lá no meio das bombas. Talvez porque 
creio que a guerra social mate muito mais que a primeira, ainda que 
despercebida e silênciosamente. Sem tanta concentração de poder, 
de certo não teríamos guerra nenhuma. Com tanta miséria (moral, 
economica, existêncial...), os "donos do mundo" tem todo espaço para 
aplicar seu dominio sobre o "resto" da raça. E o que isso tem de ligação 
com turismo e meio ambiente (motivo pelo qual voce assina essa e-zine)?
É que nos ambientes naturais podemos enteder por si sós, como a vida -
inclusive a guerra - funciona. Alguns já descobriram... e estão agindo.
 
Abraço com a paz das nuvens,
 
Adriano Garbelini - Editor 
unitrilhas@yahoo.com.br 
 
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Ocas - em benefício da população da rua  www.ocas.org.br 
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1. A d o t e   U m a   M o n t a n h a
 
A criação do Projeto Adote uma Montanha remete ao ditado “se quer 
bem feito, faça você mesmo”. Convictos de que o envolvimento e a 
participação ativa na conservação dos locais que freqüentam é a melhor 
forma de colaborar para a melhoria de suas condições e para o 
desenvolvimento dos esportes e demais atividades de montanha, a 
Federação de Montanhismo do Estado de São Paulo (FEMESP) e 
seus associados resolveram arregaçar as mangas.
 
Segundo Milton Dines, Diretor de Meio Ambiente da FEMESP, “o 
principal objetivo dessa campanha é gerar comprometimento e o senso 
de co-responsabilidade pela qualidade do ambiente de áreas naturais 
públicas e privadas por parte do montanhista e do ecoturista, através 
de ações voluntárias voltadas à manutenção das trilhas e locais de 
acampamento e à educação ambiental dos visitantes.”
 
As ações propostas para cumprir esses objetivos são:
 
- Limpeza da trilha: coleta seletiva de lixo, deposição de material 
reciclável em local onde haja coleta urbana (de preferência seletiva) 
e deposição de material não-reciclável em aterro sanitário;
- Conter focos de erosão na trilha com técnicas apropriadas;
- Organizar e colaborar em campanha de conscientização dos visitantes, 
principalmente em épocas de maior afluxo;
- Desenvolver, organizar e implementar um sistema mínimo de sinalização 
para evitar impactos indesejados ao longo da trilha;
- Sensibilizar e mobilizar a população local para a importância de apoiar 
e participar das ações propostas.
 
Para incentivar as pessoas e melhorar a atuação dos grupos, será 
realizada neste mês, em São Paulo, uma palestra sobre como recuperar 
trilhas, ministrada por especialistas. Dentro da campanha Adote uma 
Montanha, a FEMESP deverá recuperar, no dia 13 de abril, o Dia 
da Montanha Limpa no Estado de São Paulo, quando todos os grupos 
envolvidos formarão mutirões de limpeza de trilhas.
 
Informações no site da FEMESP ou pelo telefone (11) 9932 2291, 
com Karina, ou ainda pelo e-mail karina.filgueiras@criarsigns.com.br
 
por  Paula Sarcinella 
fonte  www.ecoviagem.com.br/fiquepordentro/def_fiquepordentro.asp?codigo=5086
 
 
2. ? E c o t u r i s m o
 
(PARTE 1)
O verdadeiro ecoturismo possui as seguintes características, segundo
o livro Ecoturism and Sustainable Development: Who Owns Paradise?, 
de Martha Honey, 1999.:

1.      Envolve viagens a destinos de natureza. Estes destinos são 
freqüentemente áreas remotas, habitadas ou não, e que normalmente 
estão sob algum tipo de proteção ambiental, seja nacional, internacional 
ou privada.

2.      Minimização do Impacto. O turismo causa danos. O ecoturismo s
e esforça para minimizar os efeitos adversos dos locais de hospedagem, 
trilhas e demais infraestruturas, seja pela utilização da reciclagem de 
materiais encontrados in-loco, pela reciclagem e manuseamento seguro 
do lixo ou pela utilização de recursos energéticos renováveis. A minimização 
do impacto requer também que o numero de turistas e seu comportamento 
seja controlado a fim de limitar os danos ao meio ambiente. O ecoturismo 
é geralmente classificado como uma industria não extrativa e não 
consumista, mas pode, entretanto incluir empreendimentos como o 
programa de Safári e Caça CAMPFIRE no Zimbábue, basta que estes 
sejam industrias sustentáveis baseados em recursos renováveis.

3.      Criação de uma consciência ambiental. Ecoturismo implica em 
educação, tanto para o turista como para os residentes das comunidades 
visitadas. Antes da saída, as operadoras de turismo devem fornecer ao 
viajante, material de leitura sobre o país, os costumes, o ecossistema 
visitado bem como um código de conduta tanto para o viajante quanto 
para a industria. Esta informação deve ajudar a educar o turista sobre o 
local visitado, bem como a minimizar seus impactos negativos no 
decorrer de sua visita seja com respeito ao meio ambiente ou a cultura 
local. Guias bem treinados e poliglotas que possuam habilidades em 
historia natural e cultural, interpretação do meio ambiente, princípios 
éticos e comunicação são essenciais para o desenvolvimento do 
ecoturismo. Ainda o ecoturismo deve promover a educação dos 
membros das comunidades próximas, crianças e o publico em geral 
do país anfitrião. Para alcançar tal objetivo, deve-se oferecer preços 
reduzidos na hospedagem, nas entradas dos parques e atrações aos 
nacionais, assim como viagens gratuitas aos estudantes nacionais bem 
como aqueles que vivem próximos à atração turística.

4.      Prover benefícios financeiros diretos para a conservação. O 
ecoturismo deve ajudar no levantamento de fundos para a proteção, 
pesquisa e educação ambientais por meio de inúmeros mecanismos, 
tais como taxa de entrada dos parques, taxa sobre companhias de 
turismo, hotéis, linhas aéreas, e taxas aeroportuárias bem como contribuições 
voluntárias. Muitos sistemas de parques nacionais foram originalmente 
concebidos com o objetivo de proteger a área, facilitar a pesquisa 
cientifica e na África para promover o esporte da caça. Somente com 
o passar do tempo, é que os parques nacionais abriram o acesso ao 
publico geral, e foi recentemente que estes têm sido percebidos como 
potencial fonte de recursos para a investigação cientifica e conservação. 
 
proxima edição, parte 2.

 
3. C h e g o u   o   V e r ã o
 
E com ele também chegam os pedágios, os congestionamentos na 
estrada, os bichos geográficos no pé e a empregada cobrando hora-extra. 
Verão também é sinônimo de pouca roupa e muito chifre, pouca cintura 
e muita gordura, pouco trabalho e muita micose. Verão é picolé de 
Ki- suco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco 
verde aberto pra comer a gosminha branca . Verão é prisão de ventre 
de uma semana e pé inchado que não entra no tênis. 
Mas o principal, o ponto alto do verão é... a praia!! 
Ah, como é bela a praia! 
Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção. Os 
casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias. 
Os jovens de jetski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a 
prancha pra abrir a cabeça dos banhistas. 
O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do 
sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão chegando. 
Muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três 
geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha,
bola, balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de férias. Em 
menos de cinqüenta minutos, todos já estão instalados, besuntados e 
prontos pra enterrar a avó na areia. 
E as crianças? Ah, que gracinha! Os bebês chorando de desidratação, 
as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os 
adolescentes ouvindo walkman enquanto dormem. As mulheres também 
têm muita diversão na praia, como buscar o filho afogado e caminhar 
vinte quilômetros pra encontrar o outro pé do chinelo. Já os homens 
ficam com as tarefas mais chatas, como perfurar um poço pra fincar o 
cabo do guarda-sol. É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer 
o guarda-sol ficar em pé. 
Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da maravilha 
que é entrar no mar! 
Aquela água tão cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de 
cerveja no fundo. Aquela sensação de boiar na salmoura como um 
pepino em conserva. 
Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita 
cheia de areia, vem aquela vontade de fritar na chapa. A gente abre 
esteira velha, com cheiro de velório de bode, bota o chapéu, os óculos 
escuros puxa um ronco bacaninha. 
Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor. Mas, claro, tudo 
tem seu lado bom. E à noite o sol vai embora. Todo mundo volta pra 
casa tostado e vermelho como mortadela, toma banho e deixa o sabonete 
cheio de areia pro próximo. O Shampoo acaba e a gente acaba lavando 
a cabeça com qualquer coisa, desde o creme de barbear até desinfetante 
de privada. As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa 
de praia oferece. 
Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na 
rede pra adquirir um bom torcicolo e ralar as costas queimadas. O dia 
termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família. Todo 
mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e torcendo, 
pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo possa se 
encontrar no mesmo inferno tropical. Qualquer semelhança com a vida 
real, é uma mera coincidência.." 

(autor desconhecido)

 
4. M a n i f e s t a ç õ e s   H u m a n a s
 
talvez o inverno esteja chegando.
já me sinto encolhendo
e o sol já brilha menos.
a cama está mais macia
e o silêncio está crescendo enorme.
talvez já esteja chegando o inverno.
o tempo de recolher.
a hora em que um raio de sol
parece um brilhante branco dentro
da manhã azul colosso.
(antônio - homem sentado num banco).
 
fonte  www.manufatura.art.br 
 
 
5. A t e n d i m e n t o
 
Tel (11) 6963-0232, de terça a sexta-feira, das 8:00 às 15:00 hs.
E-mails unitrilhas@yahoo.com.br e unitrilhas@ig.com.br 
 
 
6. P r ó x i m o s   R o t e i r o s
5, 13 e 27/4: Juréia, praias desertas  100,00 
6 e 12/4: Cassandoca-Tabatinga, praias desertas  110,00 
18 à 21/4: Cunha, arte, cachoeiras, bucolismo  660,00 
 
1 à 4/5: Bocaina, trilha do ouro, travessia  620,00 
10, 17 e 25/5: Paraibuna-Caragua, trilha dos tropeiros, travessia  110,00 
11 e 24, 31/5: Campos-Pinda, montanha, travessia  110,00 

1, 7 e 19/6: Monte Verde, montanha, queijos  110,00 
8 e 21/6: Extrema, montanha, cachoeira, rapel  110,00 
19 à 22/6: Alagoa, montanha, isolamento, alimentação natural  640,00 
27 à 29/6: Ilha Bela, musica instrumental, cachoeiras, praias  280,00 

5, 9 e 13/7: Ipanema, pedra santa, história  80,00 
12 e 20/7: Paranapiacaba, comunidade, cachoeira, festival de inverno  80,00 
19, 26 e 27/7: Cantareira, águas claras, pedra grande  50,00
 
7. D i c a s
 
Aqui algumas dicas para você aproveitar plenamente sua aventura.
 
::: aproveite o ambiente de despreocupação, descontração, desaceleração,
informalidade e anonimato promovido nas trilhas
 
::: use as roupas e equipamentos que voce mais gosta, aqueles que você se 
sente melhor e já tem no guarda-roupas, mesmo que fora da moda
 
::: deixe o relógio, o som, a maquiagem, os conceitos, os temores do
cotidiano em casa e experimente as situações que uma trilha oferece
 
 
8. E n t r e v i s t a
 
Saiba o que está acontecendo em prol da qualidade de vida. Ações 
à favor da vida. Personagens anônimos que vibram, trabalham e agem
por um mundo melhor
 
A palavra é do Eng. Carlos "Dion" de Melo Teles, que pediu demissão 
de uma multinacional para buscar uma vida mais condizente com seus 
valores e o mundo que aspira (e está muito feliz em tê-lo feito!).
 
a) Olá Dion, o que é viver bem na sua opinião?
É uma pessoa conseguir viver segundo seus valores. Viver com 
qualidade é crescer espiritualmente. Para crescer precisamos viver 
com o mais intenso e rico convívio humano (amigos, livros, filmes, 
etc), se sentindo parte deste maravilho planeta. E sustentavelmente, 
que não quero tirar nada dos meus netos! 
 
b) E você, quais suas ações para viver melhor?
Madre Tereza de Calcutá foi perguntada sobre como faria para 
mudar o mundo. -"Fácil. Eu mudo eu. Você muda você." Minha 
revolução pessoal começou procurando não fazer mais parte do 
problema, mas sim da solução. Isto reflete no meu trabalho, no 
meu lixo, no meu transporte, no meu modo de morar... 
Acabar com a impotência sentida dá um grande poder à pessoa! 
 
c) E para coletividade, tem feito algo?
Eu e coletividade somos a mesma coisa. Me dedico à Associação 
de Ciclousuários da Grande Florianópolis. Trabalho com restauro 
de edifícios históricos (reciclagem urbana!) e com um sistema de 
gerenciamento de bacias hidrográficas genial, muito integrado. 
 
d) Como é sua alimentação?
Grande parte, ovo-lacto-vegetariano. O máximo de integral/orgânico, 
o mínimo de conservantes. Peixinho de vez em quando. Carne de 
vez em nunca. Na hora da fominha, uma banana passa ou granola.
 
e) Que acha dos transgênicos?
Não gosto de multinacional oligopolista empurrando goela abaixo 
variedades que resistem a mais pesticidas. Não simpatizo na comida. 
Por outro lado, algodão azul de nascença evita poluir o rio com 
tintura. Madeiras mais resistentes aos cupins, para estruturas? 
 
f) Qual sua arte/artista preferido? 
Toco saxofone, violão, tento o acordeon. Sou marceneiro e gosto 
de inventar coisas, projetar. Gosto de escrever, tento desenhar.... 
Engenharia é uma arte, embora poucos engenheiros a mereçam. 
Oferece mil ferramentas para a criação. Viver! Viver é uma arte!
 
g) Quem ou o que mais lhe influenciou na compreensão da existência?
Uma coisa forte foi ter estudado termodinâmica na universidade. 
Recomendo a todos que quiserem entender ecologia com profundidade 
estudarem um pouco a Termo. O livro "As eras de Gaia" do James 
Lovelock traz uns conceitos com linguagem boa de ler. 

h) As Unidades de Conservação Ambiental tem cumprido sua função? 
O mundo tem cumprido sua função? Só acharemos o caminho 
quando todos acharem o seu. As UCs têm cumprido sua função 
de salva-vidas, com muito esforço e muitas perdas. O certo seria 
não precisar delas. Um planeta permacultural... chegaremos lá! 
 
i) Qual sua recomendação para quem procura viver mais naturalmente?
Perceba a inter-relação das coisas. Seja através da termodinâmica, 
budismo ou qualquer caminho. Procure descobrir seus valores 
(desafio: escreva uma lista de dez!) e viva, e decida segundo eles. 
Você pode não estar onde gostaria, mas estará a caminho! 
 
j) À favor da livre expressão, o espaço é todo seu.
"Deus, dê-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não possa 
mudar, a coragem para mudar as coisas que eu puder mudar, e a 
sabedoria para saber a diferença entre elas." (Alcóolicos Anônimos)

k) Qual a melhor forma de contatar-lhe?
e-mail  dion@caferomano.org
site  www.caferomano.org/qualivida
tel  (48) 228-541
telepatia  nos sonhos. Durmo das 11 às 7h, horário de Brasília. 
 
Esse espaço é para a coletividade. Compartilhe você também suas 
idéias, conhecimento, sonhos... Obrigado Dion - em nome de todos.
 
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E para quem curte escaladas...  www.mountainvoices.com.br/divisa.html
Site e jornal do experiente montanhista Eliseu Frechou.
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9. A g e n d a   V i v a   M a i s
 
::: Curso de Automassagem
Aliviando tensões, insônias e dores na cabeça. Com Sandra S. Santos. 
De 8 à 29/4/2003, às terças, das 14 às 15hs. Investimento R$ 80,00. 
Local  Maktub, tel (11) 296-0380, R Sta Gertrudes, 454, Tatuapé, SP.
 
::: Lançamento de Livro 
"A Outra Economia" - emancipação, exclusão social e modelos dominantes
Dia 9/4/2003, 18:30hs. Livraria Cortez, R Bartira, 317, Perdizes, SP

Tel  (11)3819-3876  fernanda@sof.org.br   www.sof.org.br 

 

::: Curso Permacultura e Agrofloresta em Sítios Ecológicos
Por Pete Webb. Para sitiantes, agricultores, paisagistas, estudantes...
De 25 a 27/4/2003. Realização  IPE Instituto de Pesquisas Ecológicas
Tel (11) 4597-1327, Nazaré Pta, SP  cbbc@ipe.org.br  www.ipe.org.br
 
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Jornal da Stop  http://www.stop.org.br/html/jornal_da_stop.html
Parando a destruição ambiental e humana..... partindo de si mesmo.
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Direitos Autorais: essa e-zine é de domínio publico.
Reproduza e encaminhe livremente ! Evite Spams.
 
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