Nome do Escritor: Antônio de Pádua Elias de Sousa

Data de Nascimento: 14/06/1960

Local de Nascimento: Formiga MG

A casa do povo

Não sou analista político nem muito menos crítico conjuntural, mas hoje quero fazer uma dissertação sobre a célebre frase:            
- “AQUI É A CASA DO POVO!”            
Normalmente, ouvimos esta expressão, quando alguém quer se referir às casas legislativas, sejam elas as Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas Estaduais, Congresso ou Senado Federal.            
Então venho trazer para a população brasileira, a minha interpretação acerca desta frase, pois acredito que mais uma vez, na sua essência, ela foi dita, em discurso, por algum parlamentar, não sei quem e também não me interessa, nem um pouco, saber quem era e, certamente com aval de outros muitos, mas percebemos, que mais uma vez, a intenção era, exclusivamente de, LUDIBRIAR, ENGANAR e EXPLORAR quem acreditasse nela, usando assim com esperteza, da falta de CONSCIÊNCIA POLÍTICA e INGENIUDADE do povo menos favorecido em relação ao conhecimento de seus direitos, usada de tal forma DEMAGÓCICA, na demonstração de uma falsa honestidade e hospitalidade.            
Afirmo o parágrafo anterior, citando a própria Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 em seu Art.1º - Parágrafo único:            
- “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.            
Então vejamos:            
- Emana = provém, origina-se. Logo, reconhecem que o poder é do povo.            
Mas quem o exerce?            
- O povo?
- Não senhor...
- São OS REPRESENTANTES ELEITOS OU DIRETAMENTE. Sim, meus caros, são eles os agentes da ação...            
Assim, nós só temos voz em algumas destas CASAS, através e exclusivamente, POR INTERMÉDIO DESTES ELEITOS OU DIRETAMENTE, sendo portanto, a CASA DELES e NÃO NOSSA.
Então, é prudente e aconselhável, que tenhamos sabedoria e discernimento de quem nós colocaremos NELAS, para nos representar e, posteriormente irmos reivindicar alguma coisa em prol da população.            
Então percebemos ainda que nestas casas, nós não podemos entrar na hora e quando quisermos, necessitamos ainda de CONVITE E AUTORIZAÇÃO, para tal. Não podemos, de forma alguma, fazer estas reivindicações com manifestações, sob pena de sermos expulsos destas, por conduta ofensiva, ou desacato à “AUTORIDADE”.            
Ficando portanto, senhores conterrâneos e eleitores, a “CASA DO POVO”, restrita àquela, por mais humilde que seja, onde o cidadão reside dignamente com seus familiares, na qual estes mesmos, REPRESENTES ELEITOS, vão lá em épocas de campanhas, com tapinhas nas costas, demonstrando-se acessíveis e sensíveis, para tomarem um cafezinho e buscarem votos e depois só voltam quatro anos depois, para tomarem outro cafezinho e buscarem mais votos, em um ciclo vicioso...            
Logo, nós concluímos que ESTAS CASAS, nunca foram, não são e jamais serão “A CASA DO POVO”, como um dia quiseram nos fazer acreditar, apenas com vistas a auferirem benefícios próprios e eleitoreiros.            
Por isso, existe uma necessidade IMEDIATA DE CONSCIENTIZAÇÃO, do povo, principalmente dos que já possuem o título de eleitor, e uma REFORMA POLÍTICA URGENTE no BRASIL, com vistas à uma FAXINA GENERALIZADA destas casas, para que assim, seja esse país um dia:            
- “A CASA DE TODOS NÓS”!            
Formiga, 25 de abril de 2017.

Formação Acadêmica: Administração de Empresas

Local onde vive: Formiga MG

Nada pra fazer

Nada pra fazer eu tinha,            
Eu não tinha nada pra fazer.            
Então peguei lápis e papel,            
E logo comecei a escrever.            
Surpreendentemente fiz uma linha,            
Assim fui da terra ao céu.

Viajando por este mundo,            
Também no da fantasia.            
Com orgulho de vagabundo            
Rabiscando poema ou poesia.            
Não que eu seja, um grande vadio,            
Mas é assim que eu crio.

Voltando ao passado, sem muita ânsia,            
Como era bom meu tempo de infância!            
Retornando ao presente e o futuro projetando,            
Indo e voltando, na mente vou viajando.            
Registrando as lembranças no emocional,            
Arquivo ou acervo não tem igual.

Alegrias, tristezas, vitórias e derrotas,            
Amores, ódios, choro, riso e oração.            
Sentimentos misturados em algumas notas,            
Fazendo pulsar rápido, o forte coração.            
Aí vou matando o tempo à escrever,            
Antes que ele me mate, sem nada pra fazer.

Formado em Administração de Empresas, casado, três filhos, Católico, torcedor do Clube Atlético Mineiro, membro da Academia Formiguense de Letras, com trabalhos publicados em jornais, revistas e antologias nacionais. Livros à venda pelos sites: 1-clubedeautores.com.br 2-perse.com.br 3-amazon.com.br.

Base curricular nacional

Sábias palavras cantadas em verso por Geraldo Vandré:            
“Vem vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.            
E o que ocorre é que muitas pessoas, principalmente os políticos, não entenderam estas palavras como filosofia de conduta, pelo contrário, deturparam-nas e as utilizam como oportunistas, para fazerem da ocasião, uma oportunidade de aparecerem e estabelecerem seus palanques políticos, como se fossem “bonzinhos, honestos e simpáticos às necessidades do povo”.            
Como são aproveitadores de plantão e também conhecem a “ignorância”, no sentido de “falta de consciência política” do povo, armam suas armadilhas em estratégias e se vangloriam de terem conseguido seus intentos, à custa da falta do discernimento, destes eleitores, em separar os lobos dos cordeiros, se é que haja algum cordeiro.            
Oportunistas mascarados, é assim que se apresentam, mas alguém já disse um dia:            
“todo o povo tem o governo que merece”!            
Justamente por terem conhecimento desta “ignorância” e despreparo cívico, deste povo,que não sabem valorizara arma que tem nas mãos, que é o poder e a importância do VOTO.            
A educação, no sentido acadêmico, já que é o complemento da familiar, influi nesta formação de “consciência política”, por isso se faz necessária e urgente, para usar uma palavra na mídia atual, REFORMA, no ensino, desde o fundamental, onde:            
Estudos Sociais, Moral e Cívica, Organização Social e Política do Brasil e ainda Religião, independentemente de culto, voltem a fazer parte da base curricular nacional das escolas do país.            
Somente assim, conseguiremos formar jovens realmente comprometidos com a nação e com interesse em resolver os problemas de seus “irmãos”, menos favorecidos em relação, à saúde, educação, segurança,emprego,lazer, moradia e transporte, essas necessidades básicas, “garantidas” pela Constituição da República Federativa Brasileira.            
Ainda levaremos um tempo para ver e observar estas melhorias, se vierem, mas também existe um outro ditado que serve de alento:            
“Antes tarde do que nunca”.            
11 de abril de 2017

EMAIL: paduadesousa@yahoo.com.br

Indignação

Impressionante!            
Vou iniciar esta crônica com a definição da palavra no título desta:            
Indignação: é um substantivo feminino na língua portuguesa relativo a ação ou efeito de se indignar, ou seja, sentir raiva, desprezo e frustração por algo considerado ofensivo, injusto ou incorreto.  “fonte: significados.com.br”             
Bom, já definida, então vamos continuar...            
No século XIX, apareceu um alemãozinho, físico e também filósofo, que “não teve importância alguma” com seus trabalhos nos dois campos, acho mesmo que de “pouca relevância”, um “talzinho” Albert Eisten, “pouco conhecido” mundialmente.            
Ele “jamais” ganhou um prêmio sequer, até porque suas teorias físicas ou filosóficas, “não ajudaram em nada” a humanidade.            
Deixou pouca coisa escrita e acredito que “nem” um discípulo que “pudesse dar continuidade” aos seus trabalhos.            
Cito abaixo uma “frasezinha” sua, de “menor reflexão”, qual “não diz quase nada de interessante”:            
“O mundo não será destruído por aqueles que fazem o mal, mas por aqueles que os olham e não fazem nada”!            
Assim sendo chegamos ao século XXI e aí sim, “encontramos”  os “Verdadeiros”, “Excelentíssimos”, “Ilustríssimos”, “Senhores” e “Doutores” da lei.            
O que é melhor e motivo de orgulho pra nós brasileiros, pois eles são daqui, da terra Brazilis, que dizem alguns, “é um ótimo lugar de se morar”!            
Então vamos nomeá-los:            
1 - Exmo. Ilmo. Dr. Sr. – Gilmar Mendes            
2 - Exmo. Ilmo. Dr. Sr. – Napoleão Nunes Maia            
3 - Exmo. Ilmo. Dr. Sr. – Admar Gonzaga            
4 - Exmo. Ilmo. Dr. Sr. – Tárcísio Vieira            
O que eles fazem?            
São os “poderosos” Ministros do Tribunal Superior Eleitoral – TSE.            
Estes, meus caros leitores, merecem sim nossas “palmadas”, oh desculpem, erro de digitação, “nossas palmas”, pois eles poderiam ter acatado a aclamação popular, para moralizar e começar uma verdadeira limpeza na política nacional, com todas as provas, nas mãos, sobre o abuso de poder econômico, doações irregulares de campanha, além de outros, e que fizeram?            
No alto de vossos pedestais, “Senhores do Poder”, isentaram a culpa da ex  e do atual presidente da República, perdendo desta forma a grande oportunidade que tiveram, para dar apoio ao povo brasileiro e a exemplo de Pilatos, “lavaram as mãos”.            
Na oportunidade, cito o Ministro do Supremo Tribunal Federal – STF,  Luís Roberto Barroso, onde acreditava que:            
“Amanhã vamos descobrir o Brasil”. “fonte: revista veja”            
Para ele, “o pais tem uma classe política descolada da sociedade e com dificuldade de entender as ruas”. “fonte: revista veja”            
Ledo engano, pois acreditava que o política seria passada “à limpo” e iríamos iniciar uma nova e honesta fase para o “Brasil do Futuro”, onde poderíamos dar o “ponta pé inicial”, para a mudança do sistema político nacional.                
Mas honra seja feita aos outros integrantes na votação:            
1 - Hermam Bejamin            
2 - Luiz Fux            
3 - Rosa Weber            
Estes sim merecem respeito, pois tentaram, mas foram votos vencidos, na “Suprema Corte”.            
Aí eu peguei o meu título de eleitor, olhei-o fixamente, vi que não tem retrato, apenas o meu nome, data de nascimento, número, “zona e seção”, logo pensei:            
- Vou rasgá-lo ou colocar fogo, até porque pra fazer uso desta M§#%@, necessito de outro documento com foto, que comprove que sou eu mesmo!            
Mas, como tenho alguma consciência política e de cidadania, pensei novamente:            
- É melhor deixar como está, porque senão, não consigo entrar em concurso público, caso eu passe, tirar passaporte ou outra identidade, ou financiamento bancário, receber salário de instituição pública e outras penalidades a ele vinculadas.            
Então guardei-o, esperando ser OBRIGADO a ter de usá-lo novamente em 2018 e assim por diante, há cada dois anos, mas sinceramente, com:            
- Indignação.            
Formiga, 12/06/2017

Livros publicados:
Meu ABCDário - Crônica
Cartas de um Menino Moço - Romance
Conselho - Auto ajuda
O Espelho - Ficção
Nada pra fazer...!? - Poesia
Histórias de Chiquinho Modesto - Contos
Renascer - Romance
Coletânea - Auto ajuda
Princípios VTNC - Auto ajuda
Fugaz - Romance

Capa do Livro Renascer

O tempo

Tempo, uma unidade de medida,
também do clima, a classificação,
marcando o ciclo da linha da vida,
e a temperatura por definição,

É a duração do acontecimento,
num processo contínuo e indefinido,
a representação de algum momento
e a realização do fato contido.

Único bem distribuído por excelência,
igualmente a todos para utilização,
tendo a sabedoria em sua essência,
no silêncio da paz em oração.

Não é maior, nem menor,
é simplesmente exato.
Portanto faça o uso melhor,
na apreciação do seu ato.

Ele pode ser seu juiz,
mas também conselheiro,
logo, busque ser feliz,
fazendo-o bom companheiro.

Assim, não o desperdice jamais,
tenha por ele muito respeito,
pois esse não volta atrás,
e o que foi ou será, está feito.

Formiga-MG 21/05/16

Site/Blog:
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poemasparaevangelizar.blogspot.com.br
formigalo.blogspot.com.br

Capa do livro fugaz

Ping Pong

No retiro.
O tiro.
Um grito.
Outro aflito.

A bala,
Que abala
E cala
A senzala.

Um corte.
O chicote.
Açoite,
Na noite.

Pio de cacatua.
Um corpo na rua.
Reflexo da lua.
Na pele nua.

Destino cruel.
Oro ao céu.
Triste passeio?
Não creio!

1º ou 2º ato?
Fujam pro mato!
Saio e não corro,
Vou pro morro.

Grande tormento.
Vejo o lamento.
Alguém chora,
Outra vai embora.

Imagem de retina,
Aquela rotina.
Um maestro,
O sequestro.

O terror,
Caça a dor.
Muito fervor.
Cadê o amor?

Na mente,
A semente.
Da bala perdida,
Ceifando uma vida.

Possível mundança?
Pois é!
Resta esperança,
E a fé!

Era pra mim,
Aquele fim?
Ping-pong, querida,
O jogo da vida.

Amem!
Amém.

Capa do Livro Histórias de Chiquinho Modesto

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