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A minha longa iniciação – Parte I

Autora: Sylvinha

Contato: silvinhaalm@hotmail.com

Sou natural de Santa Catarina, descendente de imigrantes portugueses e alemães e a primeira de cinco filhos, sendo três meninas e dois meninos. Sempre fui reservada, muito na minha. Quando pequena preferia ficar mais nas internas, pois achava que ninguém iria gostar de mim. Eu era gordinha e considerava-me feia por isso. No meu primeiro dia de escola me lembro bem: Fiquei no cantinho da sala, bem quietinha, só observando...assustada. Desde cedo achava que tinha que ser diferente para me destacar no grupo, e que se eu fosse somente ficar esperando por algo, nunca iria conseguir nada. Daí passei a dedicar-me mais aos estudos, e vi que tinha uma certa aptidão. Descobri que era inteligente, e comecei a usar isso para conquistar os colegas na sala. Na sexta série escolar nos mudamos para Balneário Camboriu, bem no meio do ano. Isso para quem está na escola é um saco! Passei quatro anos nesta cidade. Lá fiz mais amigos e comecei a me soltar um pouco. Só um pouquinho! Brincava muito na rua com os meninos e as meninas que moravam perto. Minha mãe ficava louca da vida comigo. Falava-me que não deveria brincar tal qual um menino. Neste período emagreci bastante, de tanto correr pelas ruas de Balneário. Aos quinze anos tornei-me uma adolescente interessante, como diziam as pessoas, pois transformara-me numa loira esbelta, com cinturinha definida, coxas roliças, seios salientes, com mamilos rosadinhos, olhos verdes e muitas sardas no nariz. Tive meu primeiro namoradinho. Era um menino que estudava comigo. Uma gracinha: Loiro também, olhos escuros, ligeiramente magro, e bem alto para a sua idade. Namorico de criança. Foi o primeiro que beijei. Saía da aula e logo depois do almoço já ia até a sua casa, estudar e namorar. Chamava-se Paulo e era somente um ano mais velho do que eu, embora já aparentasse ser um jovem de dezoito anos. Certo dia, estudávamos na casa dele e acabamos ficando a sós, porque sua mãe tivera que sair para fazer algumas compras. Estávamos os dois sentados numa mesa da copa, próximos à cozinha. Era verão e eu ainda trajava o uniforme da escola, porque fui direto do colégio para lá. Ele, porém, já havia trocado de roupa e usava um calção tipo “surfista”, chinelos e uma camiseta branca. Concentrava-me nas questões escolares, mas, num dado momento o percebi me olhando de maneira estranha; estava meio inquieto. Foi quando que, por uma distração, deixei minha caneta cair ao chão, sob a mesa, e abaixei-me para apanhá-la. Assim que me abaixei, levei um susto, porque pude perceber que Paulo estava com o pênis ereto, dentro daquele calção, que mais parecia uma barraca armada. Confesso que aquela situação de início me chocou, mas aquilo me deixara muito curiosa também. Tentei continuar escrevendo, porém não conseguia mais me concentrar nos cadernos, e talvez percebendo isso, Paulo, que se sentara à minha frente, mudou-se de posição, vindo a sentar-se ao meu lado, na mesa. Já ao meu lado, em dado momento, colocou sua mão esquerda sobre a minha direita. Aquele seu ato deixou-me super apreensiva, o que não era para sê-lo, até porque já havíamos nos beijado antes. Assim, naquele momento, ele acariciou minha mão e a pegou, levando-a para baixo da mesa, fazendo-me tocar suas pernas. Depois a colocou sobre o calção, até que pude senti-la encostando-se em seu membro, que permanecia ereto lá dentro. Quis removê-la, mas ele não deixou e aos poucos fui cedendo, até que acabei por apalpá-lo, por sobre o tecido, sentindo-o pulsar lá dentro. Aquilo acabou mexendo comigo e logo minha mão já estava dentro daquele short. Pude sentir seu pênis rígido e quente nela. Era o meu primeiro contato com o mundo externo carnal. Ele ficou inquieto quando passei a segurá-lo mais firmemente. Não tive coragem de abaixar-me sob a mesa e olhar de perto. Mas estava gostando de pega-lo, e ele se contorcia cada vez mais com o meu toque. Logo comecei a puxá-lo para cima e para baixo e daí a pouco senti um liquido quente e pegajoso escorrendo na mão. Era escasso, branco e quentinho. Depois disso, vi que ele se sossegou e até tirou-me a mão de lá. Após, guardou o pênis e foi em direção ao banheiro, e eu limpei a mão num pano que se encontrava sobre a pia da cozinha. Ele ainda estava no banheiro, quando ouvi um barulho lá embaixo, na porta da rua, que ficava no início da escada de acesso ao apartamento. Depois ouvi passos na escada, e logo em seguida alguém bater na porta da cozinha. Era sua mãe que retornara da rua. Aproveitei a chegada dela, recolhi meu material escolar e fui-me embora, sem sequer me despedir dele. Em casa ninguém sabia de nada. Cada vez que chegava, era uma bronca que levava. Quando meu pai retornava na sexta-feira (ele viajava muito), minha mãe fazia-lhe o relatório completo. Foram as únicas vezes que meu pai me batera. Naquele dia fiquei muito pensativa no meu quarto, pois não conseguia tirar da cabeça o fato acontecido na casa do Paulinho. Se alguém soubesse disso, principalmente os meus pais, acho que morreria. O medo que eu tinha dele sair comentando sobre aquilo era enorme. No dia seguinte, sequer tive coragem de ir à escola, com medo de encontrá-lo ou dele já ter divulgado o acontecido com os colegas. Os meninos tinham a péssima mania de sair espalhando tudo o que faziam com as meninas, sempre aumentando a gravidade dos fatos. Assim, como já era sexta-feira, simulei estar doente e fiquei em casa. Minha mãe ficou apreensiva com essa minha doença súbita e uma amiga sua chegou a dizer-lhe que eu estaria com início de desidratação, recomendando-lhe que eu tomasse bastante líquido. Como não apresentava febre, passei o final de semana tomando muitos sorvetes, especialmente liberados para mim...rs Difícil mesmo foi enfrentar a segunda-feira na escola e ter que encará-lo, depois daquilo. Passei todo o final de semana só pensando nessa hora terrível, mas fui. Ou melhor, tive que ir. Criei coragem, vesti minha roupa de colegial e novamente partia para vida de sempre, apesar desse percalço que tive. Embora estudássemos na mesma sala, não tive coragem de falar com ele, que logo percebeu. Tentou se aproximar de mim o tempo todo, mas, naquele dia não nos falamos. Raquel, uma amiga nossa que às vezes também freqüentava a casa do Paulinho chegou a me perguntar se tínhamos brigado e eu lhe respondi que não. Apenas falei que minha mãe não estava gostando dessa minha amizade com ele, porque já estava parecendo namoro e eu não tinha idade para isso. Por medo dela falar alguma coisa para o meu pai, estava evitando conversar com ele, Paulinho. Só isso. Naquele momento, ela pareceu ter me entendido, mas logo voltou a me procurar trazendo recado dele, que a todo custo queria falar comigo. Ele chegou a me procurar em casa, mas eu, arredia, o evitei. E assim passei toda aquela semana, falando apenas o estritamente necessário com ele. Nem acreditei quando finalmente chegou a sexta-feira e poderia ficar livre da escola no final de semana. Infelizmente, livrei-me da escola, mas não dele. Ele tornou a ir à minha casa para tentar falar comigo, foi quando pedi à minha irmã do meio para mentir e dizer-lhe que eu não estava, que tinha saído para a rua, ou que talvez estivesse na casa da Raquel. Assim foi, até que os assédios dele para se aproximar de mim, já não eram tão insistentes, muito embora ainda continuassem seus recadinhos, transmitidos pelos nossos colegas. Quando eu ficava sozinha, evitava ter a lembrança daquela coisa horrível que fizera. Jurei a mim mesma nunca mais entrar naquele apartamento. Mais outra semana se passou tranquila para mim. Estava feliz, e até passei a freqüentar mais a casa de outros amigos e amigas. Tudo ia bem, até que, certo dia, na escola, a professora de Português marcou trabalho em equipe, e como já era costume da minha turminha, esses trabalhos se faziam na casa do Paulinho, porque lá era um local mais tranquilo, sem gente por perto. Ele só tinha uma irmã mais velha, mas durante a semana, ela morava em Florianópolis, com os avós paternos. E também não eram todos os finais de semana que retornava para casa. Seu pai era dono de uma imobiliária, lá mesmo em Balneário Camboriu e sua mãe ajudava o marido no negócio, ficando pouco tempo em casa. Raquel, aquela amiga que falei, não sei se com intenção de me socorrer, retrucou meus outros amigos quando eles falaram em fazer o trabalho escolar na casa do Paulinho, dizendo que seria melhor fazermos em outro local, porque, todas as vezes, só o fazíamos na casa dele. Porém, fora em vão a sua tentativa de me “ajudar”. Ninguém concordou em mudar o local. Teria que ser lá mesmo, como de costume. Fiquei calada. Não dei minha opinião, nem contrária, nem favorável. Depois da aula fui direto para casa e no caminho encontrei-me com dona Selma, a mãe de Paulinho, que veio me cumprimentar alegremente dizendo: —Tânia, que saudade! Há quanto tempo que não a vejo menina! Você sumiu lá de casa. —eu lhe respondi: — Pois é Dona Selma, não tenho saído muito de casa, porque tenho que ajudar minha mãe, e também o meu pai quer que eu estude mais, porque minhas notas pioraram. Mas amanhã iremos à sua casa, com nossa turma, fazer mais um trabalho escolar, junto com o Paulinho. —Nossa que ótimo você voltar lá! Vou até preparar um bolo bem gostoso para vocês. Você é como uma filha pra mim, sabia? Sinto tanta saudade da Lenice, que agora vive em Floripa e você parece que veio para ficar no lugar dela. —disse-me aquela senhora sorridente— Despedimo-nos, e ela se foi. À noite no meu quarto, não teve jeito. Voltou-me à mente o acontecimento daquele dia, no apartamento. Até parecia sentir novamente seu membro duro entre os dedos da mão. Acabei acariciando meu sexo e senti minha vulva inchada, parecendo que queria se entreabrir sozinha. Passei a acariciá-la, e aos toques dos meus dedos, contorcia-me na cama. Um líquido meio pegajoso saiu da sua portinha, chegando a molhar meus tenros pelos pubianos. Lembrava-me da mão tímida segurando aquele membro quente dentro do calção e me excitava mais ainda. Nessa hora fiquei pensando, arrependida, pela falta de coragem em espiá-lo. Pelo tato pareceu-me grosso e comprido, dando a impressão de ser maior do que o palmo da minha mão aberta. Infelizmente, a surpresa e o medo fizeram-me com que não o olhasse; que apenas o sentisse na mão. Pensando naquilo, minha vulva aos poucos foi ficando úmida e eu já me contorcia na cama, experimentando um prazer diferente, proporcionado pela carícia dos meus dedos no sexo virgem. Nesse dia tive o primeiro orgasmo e pensei que já era uma mulher adulta, e que deixara de ser criança. Não imaginava que a minha vulva pudesse se molhar tanto assim, a ponto de fazer-me ir ao banheiro secar-me e trocar a calcinha. No dia seguinte, acordei mais cedo do que de costume, e pela primeira vez, desde aquela marcante data, fui à escola toda feliz, lembrando da gostosa descoberta que fizera, na noite anterior. Estava mais solta e mais alegre, sentindo novamente o prazer de ir ao colégio, bater papo, reencontrar os amigos, e também doida para poder ficar sozinha de novo, na minha cama, no meu quarto. Terminada a aula, fomos todos da turminha para a casa da dona Selma fazermos o trabalho da escola já programado. Ela nos recebeu com muita simpatia e havia preparado uma mesa farta para todos. Parecia festa de aniversário. Adorei uma torta de morango que fizera. Disse-nos que os morangos vieram da fazenda dos seus pais, de Blumenau. Também comentou que, em qualquer oportunidade, poderíamos passar um final de semana lá, com Paulinho e toda a turma do colégio. Adoramos a idéia, mas não saberia dizer se os meus pais deixar-me-iam ir sozinha, com eles. Após nos deliciarmos daquelas iguarias, começamos, enfim, a tarefa da escola. Dentro de duas horas, mais ou menos, conseguimos terminá-la. Dona Selma já havia nos deixado porque seu esposo a chamara na imobiliária, pelo telefone. Ao todo éramos cinco pessoas, mais o Paulinho. Um a um eles foram nos deixando, até que ficamos somente eu, Raquel e Paulinho. Raquel convidou –me para irmos embora, mas Paulinho disse-me para ficar porque sua mãe, Dona Selma, estaria voltando e ela queria me dar uns doces que sobrara, para eu levá-los à mamãe, lá em casa. O apartamento que eles moravam ficava em cima de uma loja e o acesso até ele se fazia por uma escada grande, de degraus largos. Lá embaixo, havia uma porta que dava para calçada da rua, e na parte de cima, no fim da escada, existiam duas portas; a da cozinha e a da sala. Por precaução decidi sair junto com a Raquel, e quando estávamos descendo a escadaria, disse a ela que iria esperar por Dona Selma, sentada ali no degrau, já do lado de fora do apartamento. Raquel me disse: — Tudo bem, você pode ficar, mas eu tenho que ir embora porque já é tarde para mim. Avisei em casa que não iria demorar muito. Tchau, beijos amiga. Despedi-me dela e fiquei sentadinha no degrau esperando por dona Selma. Passados uns minutos, Paulinho surgiu lá em cima, no topo da escada e me chamou: — Vem pra cá sua boba. Vamos esperar mamãe aqui dentro. Eu lhe disse: — Melhor não. Aqui está bom pra mim. Se você quiser sair pra rua, pode ir, que eu espero sua mãe aqui mesmo. Ele retrucou: — Eu não iria fazer algo assim com você né? Deixá-la aí sentada, sozinha, na escada, a esperar. Posso ficar aí junto com você? — perguntou-me. — Sim pode. —respondi-lhe. E daí sentou-se ao meu lado, no degrau. Logo veio dizendo: — Nossa você sumiu daqui hein. Senti tanto sua falta. O que aconteceu com você? Eu lhe dei aquela mesma resposta de sempre, que estava estudando, ajudando minha mãe em casa, etc. Notei que ele usava quase a mesma roupa daquele histórico dia, qual seja; bermuda de surfista, chinelos e camiseta. Em cidades praianas, no verão, as roupas usuais dos rapazes são praticamente sempre estas. Logo ele disse no meu ouvido: — Sabia que te amo muito? Acho você um doce! Deu-me um beijo no rosto e fiquei corada, com vergonha mesmo. Também me sentia preocupada, porque a mãe dele, a qualquer momento, estava por vir da imobiliária para casa. Depois daquele beijo em minha face, deu-me outro, desta vez no queixo e logo nossas bocas se encontraram, como às vezes o fazíamos algum tempo atrás, ali mesmo na escada. Eu lhe disse: — Melhor pararmos Paulinho. Sua mãe irá chegar! —ele me respondeu: — Que nada, ela avisou que só voltaria mais tarde e que era pra eu arrumar os doces numa cesta pra você levá-los pra sua casa depois. —eu lhe disse: — Não acredito! Seu mentiroso! —e ele: — Calma amorzinho! Não tem nada demais ficarmos conversando aqui né. Acabei concordando, mas lho pedi que trancasse a porta lá em baixo, porque Raquel houvera deixado-a entreaberta. Bastava bater o fecho que depois ela só abriria com o trinco, pelo lado de dentro, ou com chave, pelo lado de fora. Ele desceu, fechou a porta e sentou-se ao meu lado novamente. Eu estava com aquele mesmo uniforme de sempre, blusa branca, saia azul de pregas e calcinha de algodão branca, toda rodeada por rendinhas. Aliás, eu tinha um monte dessas calcinhas...rs Logo retornamos aonde tínhamos parado, ou seja; beijo na boca. Ele me beijava não só a boca, mas todo o rosto. Olhos, pontinha do nariz, queixo, enfim, tudo. Senti uma sensação estranha quando, beijando meu ouvido, colocou sua língua molhada lá dentro. Logo passou a acariciar-me as pernas. Achei gostoso sentir sua mão nas minhas coxas. Depois subiu-me a saia e quando quis tocar na calcinha, tirei-lhe a mão. Fiquei com vergonha quando ele viu a calcinha. Acho que a sua rendinha o excitou mais ainda. Nisso, ele jogou seus chinelos escada abaixo e também se livrou da bermuda, ficando somente de cueca e camiseta. Facilmente percebi, de novo, seu membro rígido lá dentro. Agora ficou mais saliente, porque, ao invés de uma bermuda grande e larga, se aconchegava numa minúscula cuequinha de lycra, que se esticara toda para fora, com o aparato que tinha lá dentro. Daí chegou mais perto de mim, e naquele largo degrau da escada, recomeçamos os nossos beijos. Ele voltou a passar-me a mão nas coxas, e quando o senti tocando o elástico da calcinha, novamente peguei-lhe na mão para tirá-la de lá. Só que ele segurou-me a mão e a levou direto para dentro da cueca. Estremeci quando senti novamente o contato com seu membro teso. Não resisti e dessa vez apertei-o bastante. Foi quando ele num rápido lance, abaixou a cueca até a altura dos joelhos e finalmente pude vê-lo, ali bem de pertinho. Daí, agora de pau duro, voltou a sentar-se no degrau. Achei-o imenso naquele momento, pois a única comparação que poderia fazer era com os meus dedos. Compará-lo com os que eu já vira em alguns livros e revistinhas eróticas era muito difícil, porquanto uma coisa é vislumbrar fotos frias e sem vida, outra é vê-lo pulsando, ao vivo, e em três dimensões. Tinha algumas veias salientes pelo seu corpo e uma cabeça larga, inchada e úmida. O furinho central era ligado a uma capinha de pele que, quando eu a puxava, fazia a cabeça vermelha sair por inteiro. Passei a mão bem gostoso naquele monumento, agora sem tanto medo, e a desci até sua bolsa, que tinha uma pele rugosa. Passei a acariciar-lhe as bolinhas, que mais tarde soubera chamarem-se testículos. Ele olhava para mim, enquanto eu admirava aquilo, mas, quando o percebi fitando-me nos olhos, fiquei envergonhada e tirei a mão do seu falo. Nessa hora ele me beijou novamente e eu, parecendo apaixonada, correspondi-me feito uma doida, devorando-lhe a boca. Logo, senti novamente sua mão tocando-me o elástico da calcinha. Dessa vez não tentei bloquear-lhe o avanço. Ele queria puxá-la para baixo, mas não conseguia, porque eu estava sentada no degrau. Nisso, tive um arrepio: Ele enfiara a mão lá dentro e pude senti-lo tocando meus pelinhos vaginais. Estremeci de prazer e voltei a segurar-lhe o membro, enquanto que ele, com os dedos, acariciava-me a vulva. Levei um susto e tive dor quando um dedo tocou meu hímen. Ele percebeu que não gostei e não repetiu o ato. Só ficou com a mão gostosa acariciando-me a vulva, tentando esticar seus finos pelos dentre os dedos, como se estes fossem um pente. Quando tentou de novo puxar-me a calcinha, colaborei e levantei o bumbum, do degrau da escada. Daí ele a puxou entre minhas pernas, finalmente a tirando. Foi quando também se livrou da cueca, ficando somente de camiseta. Comecei a masturbá-lo com prazer e durante todo tempo ele tentava se abaixar para poder colocar os olhos embaixo e ver o meu sexo, mas não deixei. Mesmo nessa hora, morria de vergonha de ter minha intimidade exposta daquela maneira. Minha vagina ficou super molhada, sendo que ele inclusive enxugava a mão e os dedos que a tocavam, na minha coxa. Logo ele começou a gemer e novamente minha mão fora inundada pelo seu esperma quente. Eu também tive um gozo intenso, com a mão dele lá, num prazer igual ao acontecido no meu quarto, na noite anterior. Não resisti e passei seu esperma nas minhas coxas, lambuzando-as. Depois entramos no apartamento para nos secarmos e tivemos que fazê-lo rápido porque o telefone já estava tocando. Era sua mãe pedindo-lhe para tirar algo congelado do freezer, dizendo-lhe que logo viria para casa. Pedi minha calcinha de volta e ele não quis devolvê-la. Fiquei apavorada, só de pensar em ter que ir para casa de sainha curta, e sem ela. Daí ele foi ao quarto da sua mãe e trouxe-me uma da Lenice, sua irmã. Só que esta era grande para o meu físico e lho pedi que trocasse. Daí ele veio trazendo-me outra. Esta sim, era minúscula, um fio dental. Embrulhamos os doces que sobraram, e rapidamente, deixei o apartamento. Quase sempre, quando eu estava sozinha no meu quarto, lembrava-me do ocorrido e tal lembrança sempre resultava no gostoso gozo de uma siririca. Ao contrário do acontecido no meu primeiro encontro, em que parecia ter ficado com medo de tudo e de todos, agora eu já sentia-me tranquila, a ponto dos meus colegas imaginarem que eu e Paulinho estivéssemos mesmo namorando. De fato, ficávamos sempre juntos no colégio, trocando beijinhos e dando alguns amassos. Ele sempre me convidava para irmos novamente ao apartamento dele, mas eu evitava isso, porque temia algum possível flagrante da sua mãe, em nossa intimidade. Certo dia, logo cedo no colégio ele veio ao meu encontro, todo feliz, dizendo-me que os seus pais foram de manhã para Florianópolis e retornariam somente pela noitinha. Eu até fiquei com pena dele, preocupada se ele iria ou não almoçar, após a aula. Só que não teria a coragem de convidá-lo para o almoço lá em casa, porque já sabia que mamãe iria me fazer mil perguntas. Falei com ele sobre isso, mas ele disse para eu não me preocupar, porque sua mãe deixaria a comida pronta na geladeira, bastando que ele a esquentasse em banhomaria (naquele tempo ainda não existia o prático forno de micro-ondas). Sendo assim, fiquei na minha, sabendo que ele estava bem. Ele até me convidou para ir à sua casa , após a aula, dizendo que eu poderia ajudá-lo a preparar sua refeição. Lógico que recusei porque não avisara a ninguém em casa sobre isso e seria evidente que mamãe sairia à minha procura pela cidade toda. Disse-lhe isso e ele compreendeu, mas acabou me convencendo a ir lá depois do almoço. Fui para casa tranquila, e almocei com minha família, como sempre o fazíamos. Troquei meu uniforme de colegial por um shortinho jeans e uma camisetinha estampada e, quando me vi sozinha, escapei-me apressada, com destino à casa do Paulinho. Lá chegando, toquei a campainha, esperei um pouco e ninguém atendeu. Insisti novamente e nada. Daí fui perguntar na loja, que fica embaixo do apartamento deles, donde me informaram que ele, Paulinho, teria ido para Florianópolis, ao encontro dos seus pais, porque a sua avó paterna, estava muito doente. Eles o viram saindo de carro, com um empregado da imobiliária do seu pai. Só sei que nessa história quem ficou super mal fui eu. Só me recordo que era mês de outubro e na próxima sexta-feira teríamos a festa e o baile, da semana dos professores. Estava ansiosa esperando esse baile há um tempão. Como já era previsto, devido à doença da avó, Paulinho nem sequer tocou no assunto. Logo na quinta-feira, após a aula já retornaria para Florianópolis. Na sexta não teríamos aula, por ser o dia quinze de outubro. Como não éramos namorados, fui sozinha ao baile. Lá chegando, achei minha turma e a minha amiga Raquel me apresentou seu primo, de Mato Grosso do Sul, que iria a Joinvile prestar concurso público, mas que ficaria na casa dos pais dela, até o sábado, véspera do exame. Ele era um rapaz alto, moreno, magro, de uns vinte e quatro ou vinte e cinco anos. Prestaria concurso para delegado de polícia. Chamava-se Ângelo e segundo soube, era noivo na sua cidade natal, e esperava apenas arranjar alguma colocação para se casar. Desde o inicio notei que ele era muito educado e gentil com todos. Em resumo, era uma pessoa agradável. O papo com o grupo estava bem legal, pois ele contava sobre as coisas do seu Estado, pantanal, pescarias e muitos passeios. Entretanto, aos poucos as pessoas do grupo foram nos deixando, a medida que chegavam os seus namorados. Ficamos somente eu e Raquel conversando com ele e daí ela disse que nos deixaria a sós, porque não gostaria de ficar segurando vela para nós dois. Fiquei super ruborizada, até porque mal nos conhecíamos, e lógico, sequer namorávamos. Isso sem contar que eu tinha dezesseis anos e ele era bem mais velho. Mas a verdade é que acabei me simpatizando com ele. Ficamos batendo papo e quando a orquestra tocou uma música lenta, tirou-me para dançar. Mas recusei, dizendo que nunca havia dançado. Mas ele disse: — Posso te ensinar, se você quiser. — fomos. Quando ele me abraçou, senti um arrepio, iguais àqueles que tivera antes com o Paulinho. Mas sei lá, notei que ele me transmitia mais segurança, além de me abraçar bem mais gostoso. Só sei que logo já estávamos agarradinhos, naquele salão meio escuro, todo enfeitado com muitas luzes coloridas. Parecia até que o fino vestido que eu usava fora feito de propósito, para que eu pudesse senti-lo melhor, quando ele se encostava em mim.. Dançar mesmo, nada. Só mexíamos nossos pés. Logo senti o volume do seu membro grosso a roçar por entre nossas roupas. Aquilo não poderia estar acontecendo. Enfim, nossos rostos se colaram, e ele beijou-me a face, parte do meu pescoço, fui ficando mole em seus braços e nossas bocas viraram uma só. Ficamos um tempão assim. E enquanto dançávamos, vez ou outra sentia o roçar do seu membro duro nas minhas coxas, até que parou a musica. Daí um tempo a orquestra voltou a tocar, mas dessa vez vieram com uma musica quente e agitada. E naquele burburinho de gente, como não dançávamos juntinhos, ele me convidou para sairmos dali um pouco. Estando lá fora, convidou-me para darmos um passeio de carro, mas eu estranhei e perguntei: — Mas como, se você não tem carro? Daí ele respondeu que o seu tio, pai da Raquel lhe emprestara o dele, para que a levasse ao baile junto com as suas colegas. Saímos de carro. Demos umas voltas na orla e paramos numa pracinha escura, embaixo de algumas árvores. Mal paramos e ele já veio me beijar. Não era como o Paulinho, que precisa de um monte de brincadeirinhas antes, até me pegar. Logo após alguns beijos, sua mão já acariciava as minhas pernas, sob o vestido. Eu tentava tirá-la, mas em vão. Também tentei afastá-lo, mas não resisti muito. Acabei me virando de frente para ele e nos beijamos gostoso. Quando desgrudamos nossos lábios, para um descanso, notei sua mão nas minhas costas, soltando-me o fecho do soutien. Depois senti sua boca quente beijando-me o pescoço, e em seguida, seus lábios tocando o biquinho do meu seio, que se enrijeceu de tanto tesão. Ele passou a beijar-me intensamente nos seios, ora um, ora outro. Depois abriu sua camisa social, sem tirá-la. Então, pude sentir o gostoso o abraço do seu tórax nu, ao encontro das minhas tetas. Daí ele me falou que ali onde estávamos poderia ser perigoso, porque toda cidade, mesmo pequena, pode ter assalto, e que ele conhecia um motel ali perto. Eu desconversei, fiz-me de desentendida e continuamos com os nossos beijos. Ele beijava-me muito nos seios. Até que daí a pouco tirou o pênis para fora da calça e me fez pegá-lo. Daí abri-lhe o jogo: Disse-lhe que era virgem e não pretendia deixar de sê-la. Ainda mais em algo tão passageiro assim. Ele me perguntou se eu já estivera num motel antes, e eu lhe enfatizei que não, repetindo-lhe ser virgem. Mas ele falou que isso não era problema, que não tem nada a ver ir a motel, com perder a virgindade; que muitas garotas fazem assim; e que isso é normal rolar. Nisso notei passando próximo a nós, e bem devagar, uma viatura da polícia e então achei que o melhor seria mesmo sairmos logo dali. Daí não teve jeito; Vesti novamente meu soutien, mas com o tesão e a curiosidade que estava deixei-o me levar para onde quisesse. E fomos. Nossa! Nunca tinha visto um local como aquele: As paredes eram vermelhas, e tinham espelhos para todos os lados; até no teto! Fiquei com vergonha na hora. De repente, ainda de pé o senti me abraçando por trás, esfregando-se na minha bunda. Eu lho pedi que parasse, pois estava me incomodando. Ele não me obedeceu e me apertou mais. Ainda por detrás, mordiscava-me a nuca e o pescoço. Logo sua mão tocava-me num seio, por cima do vestido. Ficamos ali, de pé, na entrada do quarto, e aos beijos intensos, até quando ele puxou-me pela mão para a cama redonda, enorme por sinal. Daí pegou-me no colo, deixando-me sobre o colchão macio. Deitamo-nos um ao lado do outro e retornamos aos beijos. Em seguida, recebi novas caricias nos seios, agora com as mãos, que foram descendo até o meu umbigo, fazendo-me carinho nele. Não passou muito e ele já estava me desabotoando o vestido, pelas costas. Foi colocando a mão ali dentro. Arrepiei-me quando a senti acariciando-me o sexo. Contorcia-me toda, de tanto desejo. Ele percebendo isso, tirou a calça, ficando só de camisa e cueca. Porém, logo já estava totalmente nu. Daí pegou-me a mão e a colocou sobre o seu membro duro. Não me contive e o apertei com carinho. Em seguida ele tirou-me o vestido, deixando-me apenas de calcinha, e daí ficamos deitados naquela imensa e macia cama redonda. Notei que ele foi ficando cada vez mais excitado diante daquela situação. Logo, pôs a mão em minha calcinha e a foi descendo lentamente. Quando me dei conta de que estava toda nua segurando-lhe o gostoso cacete, minha bucetinha se molhou. Nisso, ele subiu em cima de mim e beijou-me a boca freneticamente. Lá embaixo eu sentia aquele membro duro se esfregando, ora nas minhas coxas, ora na porta da minha gruta virgem. Então ele falou-me no ouvido: — Abra as pernas amorzinho, deixa-me colocar meu pau na porta da sua bucetinha. Dai lhe disse: — Não querido, isso eu não quero fazer! Não podemos, você sabe: Sou virgem! Ele insistia: — É só na portinha amor... Eu não coloco dentro não.... Deixa, vai... Em seguida voltou a beijar-me a boca, depois o queixo, foi descendo e lambendo todo o meu corpo, até que o senti em meu ventre...Fui ficando toda molhada, perdi a vergonha e abri totalmente as pernas, deixando minha vulva exposta para ele espiar. Logo lho senti a língua lambendo minhas coxas, depois em volta dela, até que estremeci com o seu toque nos lábios vaginais e depois o seu beijo no clitóris. Ele passou a me lamber intensamente, fui me retorcendo, sentindo algo quente preso nas minhas entranhas, tentava a todo custo rebolar bastante naquela boca gostosa, mas minha posição deitada atrapalhava bastante. Daí o segurei pelos cabelos, e com muito custo, conseguir tirar-lhe o rosto da bucetinha. Muito experiente, ele logo entendeu que a minha posição estava incômoda. Pediu-me para mudá-la , pois queria fazer mais gostoso ainda. Mandou-me que ficasse de quatro na cama, pois iria me chupar mais. Eu fiquei e ele pareceu ter gostado daquela nova posição, tanto que saiu da cama e ajoelhou-se no chão. Eu entendi o que ele queria e fiquei de quatro virada para ele, igual uma cachorrinha, bem na beira da cama. Ele, agora no chão, de joelhos, passou a lamber minhas coxas por trás e logo sua língua estava novo na minha buceta quente e úmida. Minhas posição era super confortável, e eu rebolava intensamente na sua boca. De vez em quando, a ponta do seu nariz tocava-me o ânus, o que me dava mais tesão ainda, até porque eu nunca experimentara nenhum toque nesse local. De repente, senti uma sensação super agradável, que fez meu corpo tremer por inteiro: Ele havia tocado a pontinha da língua no meu ânus. Fora uma sensação deliciosa. Agora ele já me chupava alternando a língua entre a bucetinha e o cuzinho....aiiiii, que delicia que era... Às vezes, me dizia: — Rebola mais amorzinho...hummm... Como é lindo seu cuzinho... A mim parecia que a bunda toda estava pegando fogo. Era deliciosa al situação. Quando ele tentava colocar a pontinha da língua no cuzinho, eu ficava maluca; rebolava como louca na sua boca, doida para a língua entrar lá... Ele percebendo o meu tesão, ficou de pé e encostou a cabecinha do pênis, na porta do meu cuzinho. Eu me arrepiei toda..fiquei tensa...Só notei que ele tentava empurrar aquela cabeça para dentro do meu buraquinho...Sentia que ele forçava, me comprimindo mas, daí um pouquinho, ela escapava...Daí ele me disse: — Aí Tânia....quero seu cuzinho....Deixa eu só colocar a cabecinha nele.... Deixa.... Eu disse: — Não Ângelo..... Aí não é lugar. Isso dói.... —ele retrucou: — Deixa benzinho..... Se doer, você fala, eu tiro... Antes de eu dizer-lhe qualquer coisa, falou novamente: — Espere aí que vou pegar algo pra gente usar... Deixou-me de quatro na cama e saiu, logo retornando com um pequeno sabonete, trazido do banheiro. Arrepiei-me de tesão, só de imaginar o que poderia acontecer.. Nisso, ele se posicionou novamente atrás de mim, pegou um pedaço do sabonete, misturou com saliva, e com os dedos passou ao redor do meu ânus, até na sua portinha. Depois, untou o pau com o produto e mais saliva, e veio por trás de mim. Pedi-lhe que parasse, mas não me obedeceu. Disse-me que só iria encostar levemente, e caso eu não gostasse, parávamos na hora. Daí deixei só um pouquinho. Logo senti no meu cu aquela cabeça rígida querendo adentrá-lo, sem sucesso. Bastava que ele forçasse um pouco a entrada, que a cabeça do membro escorregava e saía para o lado. Ele foi ficando todo suado, com a respiração ofegante, e eu, já meio frustrada com aquela situação. Ele falou que era para eu forçar o ânus para fora, que ajudaria. Daí, num ímpeto de coragem e ardor, resolvi colaborar com ele. Curvei mais meu corpo a frente, para o colchão, e forcei o ânus para fora, como se fosse fazer cocô. Ele percebendo minha ajuda, voltou a encostar a cabeça na minha entrada virgem e quando percebeu que eu forçava o cuzinho para fora de novo, deu uma estocada firme e a cabecinha do seu pau me invadiu, pela primeira vez. Gritei de dor, pois ardeu à beça e disse-lhe: — Para, para, para....tá doendo....tira.... Ele me falou: — Calma amorzinho, sossega... Não vou colocar mais não.... Nossa!!! Que dor horrível senti naquela hora...Quanto arrependimento de ter feito aquilo! Ele não enfiou mais, mas também não tirou a cabecinha de dentro. Ficamos ali parados, sem mexermos um músculo sequer. Aos poucos, a dor foi passando, e logo me acostumei com a situação. Comecei a sentir um calor intenso por dentro. Parecia que estava com água quente no interior do rabo. Daí ele me perguntou: — Ainda está doendo querida? — Não está não... Mas não coloque mais não tá? —disse a ele. — Quer que eu tire então? — Não... Deixe assim. —respondi-lhe — Então está bom? —perguntou-me — Assim está. Nós dois permanecíamos ali parados, feito estátuas. Acho que já tinham se passado uns cinco ou dez minutos, ou talvez até mais. Suas mãos ainda seguravam-me pela cintura, eu quietinha, de quatro, na beira da cama, mas com a cabeça do pau dele, dentro do meu cuzinho... De repente, sinto uma das suas mãos acariciando-me a buceta. Achei aquilo gostoso, contorci um pouco o corpo, até então inerte e por incrível que pareça, a dor que eu senti, quando fiz esse movimento, foi bem pequena, quase imperceptível. Ele permanecia imóvel. Somente acariciava-me o sexo. Dei mais uma reboladinha e senti algo gostoso...ele tirou a mão da minha bucetinha e a colocou no meu seio. Apertou-lhe suavemente o biquinho. Rebolei de novo naquele pau gostoso. Ele percebeu meu rebolado e, com medo do pau acabar saindo do meu cuzinho, deu outra estocada em mim.... Doeu de novo, mas bem menos do que na primeira entrada, quando tive a sensação de que estava sendo toda aberta. Mas, mesmo assim, o repreendi e disse: — Ai Ângelo... Tá doendo, por que você fez isso? Fica parado por favor! — Calma amorzinho...já foi quase a metade...acho que agora não tem mais perigo de sair.... — Mas fica parado por favor... Não enfia mais. —disse a ele. Assim permanecemos mais um tempo naquela posição. Logo veio a mão dele na minha bucetinha, de novo...Era inevitável: Por causa disso, voltei a rebolar...Por sua vez, ele também passou a rebolar, junto comigo, seguindo o mesmo ritmo que eu. Meu rebolado foi se tornando mais intenso e o dele, sincronizado, me acompanhava. Sua mão estava na minha buceta, e quando ele a encostava no clitóris, fazia-me empurrar o corpo para trás. E num desses empurrões, ele fez força contrária, dando-me uma última e forte estocada. Daí não teve jeito: Entrou tudo! Senti os testículos tocarem-me as nádegas. Nossa, dessa vez a dor for demais. A pior delas...Nem tive forças para gritar... Ele pareceu ter entendido o meu transtorno e ficou parado, todo engatado em mim, sem se mexer. Apenas soltou devagar seu tórax sobre minhas costas e me abraçou suavemente. Fez-me algum carinho, dando-me beijinhos na nuca. Eu só lho pedi: — Não mexa, por favor, porque senão acho que não aguento a dor. — Mas está doendo mesmo sem eu me mexer? —perguntou-me. — Sem você se mexer não dói muito. —eu disse. Assim ficamos. Ambos parados e o pau dele inteiramente dentro do meu cu. Ainda sentia as bolas roçando-me as nádegas. Continuávamos quietos, até que ele me falou: — Que delicia é o seu cuzinho Tânia, tão apertadinho... Daí retruquei : — Agora seu pau também está começando a ficar gostoso querido... — Ainda está doendo? —perguntou-me — Agora dói pouco. Tá melhor. —respondi-lhe Ele me disse: — Diga pra mim amorzinho....que o seu cuzinho é só meu, diga.... Daí eu me lembrei dos diálogos que ouvira em filmes pornôs que assistira algumas vezes escondida e passei a aproveitar aquele momento: — Ai Ângelo, seu safado, ele é seu sim...—respondi-lhe com tesão. Cada minuto que se passava, com ele dentro de mim, fazia a sensação de calor aumentar mais ainda..Atrevi-me a fazer um pequeno movimento de quadril. A dor havia se atenuado e a situação já não era tão desconfortável. Em resposta à minha mexida de quadril, ele aliviou um pouco a pressão do membro, tirando uma parte dele. Minha resposta foi mais um reboladinho. E ele enfiou tudo de novo. Continuei a rebolar...Agora me dava bombadinhas no cu... Estava ficando muito bom. Até que não resisti e disse: — Aí.....Faz gostoso querido, faz.... — Isso meu amorzinho, rebola gostoso vai.... hummmm. Por fim, liberei-me totalmente, como se fora uma mulher vadia e experiente, dizendo-lhe : — Vai seu sacana..enfia........ Come gostoso.....Come.... Ai ele começou um pequeno movimento de vai e vem, enquanto bombava mais forte...Estava ficando super bom... — Tá gostando de dar o cuzinho pra mim Tânia, está? — Humm como você é sacana heim...Colocou o pau inteiro no meu cuzinho virgem né safado? Ângelo passou a me dar estocadas firmes, o movimento de vai e vem foi ficando cada vez mais intenso....Sentia que meu cu agora estava todo aberto e o cacete dele entrando e saindo cada vez mais rapidamente... — Come meu cuzinho gostoso .... Come seu puto! Daí ele passou a massagear-me o clitóris e não resisti de tesão: — Goza agora no meu cu, que eu estou gozaaaaaaaaaaaaaaando — Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Em poucos instantes senti um jato de esperma quente me lavando as entranhas, com a sensação de ter um esguicho lá. Em seguida ele me abraçou por trás e ficamos nessa posição vários minutos. Depois senti meu ânus se fechando aos poucos, na medida em que o pau amolecia lá dentro, até que por fim, ele o tirou. Daí ele se levantou, foi ao banheiro e de lá jogou-me uma toalha, para eu me limpar. Sentia minha região anal toda dolorida e caminhei vagarosamente até lá. Fiz minha higiene, e voltei novamente para a cama. Logo ele voltou a me rodear, mas eu lhe disse que não me sentia bem. Ele compreendeu a situação, fez-me carinhos, e deu-me alguns beijinhos. Tentou pedir-me desculpas, mas eu não lhe disse nada, até porque, aquilo que acabávamos de fazer não fora somente sua culpa. Sinceramente, eu não esperava que fosse acontecer tudo aquilo, pois a minha intenção era apenas dar mais alguns amassos, como das vezes anteriores, com o Paulinho. Infelizmente acho que fomos longe demais. Afinal eu mal fizera 16 anos. Fiquei feliz por ainda continuar virgem e não ter que conviver com o medo de uma gravidez indesejada. Depois daquele final de semana, não tivemos mais nenhum contato, pois na manhã seguinte ele viajou logo cedo para Joinvile. Depois que fez o exame, de lá mesmo retornou para a sua terra, e nunca mais o vi. Hoje com certeza já está casado. Enquanto isso, naquele domingo, eu nem podia sentar-me direito, que ainda doía. Passei o dia de “molho”. Na segunda já estava bem melhor, pois tive a idéia de colocar gelo na região retal. Na segunda-feira não vi o Paulinho na escola, porque a sua avó, infelizmente, veio a falecer. E assim terminou esse primeiro episódio da minha iniciação sexual. Depois, Paulinho voltou a me procurar, mas eu já perdera o interesse por ele. Eu houvera me interessado por um motorista de um ônibus escolar, mas não rolou muita coisa, porque tive medo, devido ao fato de ele já ser casado. Enfim, consegui manter íntegra minha virgindade. E a minha amiga Raquel, como já demonstrava algum interesse pelo Paulinho, sem a minha presença, finalmente, teve o seu caminho livre.

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