
O dinheiro trás muita coisa boa, podemos ter tudo que queremos.
Entretanto atrai perigo, cobiça dos que não tem nossas posses; crimes são cometidos, o sequestro virou uma indústria rendosa. Ouvia sempre os noticiários da televisão, tudo passando despercebido, não me afetando muito. Até que fui vítima de um.
Certo que não éramos família tão rica assim, meu pai era dono de uma empresa de porte médio; acho que para os sequestradores, na situação deles, qualquer dinheiro era lucro. Fui detido em frente a escola quando saía da aula, dois homens armados renderam-me obrigando a entrar no carro deles. Vendaram-me para que não visse o trajeto.
Só voltei a enxergar quando estava no quarto que seria a minha morada durante as negociações para o meu resgate. Decidico e sempre corajoso, pela primeira vez senti medo. Quer dizer, medo de verdade; do que fosse acontecer, temi pela vida, podia ser morto, essas pessoas não dão valor para a existência alheia, eu achava. Tantos casos havidos que mesmo sendo pagos, a vítima era eliminada.
Perdi a noção do tempo, havia pouca luz, não diferenciava dia ou noite. Até que vieram com gestos bruscos levaram-me para outro recinto. Iluminado com luzes fortes, num tripé uma câmera de vídeo.
Tiraram toda a minha roupa, as mãos amarradas para trás. Um deles começou a me espancar enquanto o outro filmava. Foi uma sessão de tortura rápida, e dolorosa.
Depois apagaram as luzes e se foram.
Durante um certo tempo fiquei jogado no chão frio sentindo dores terríveis. Até que uma mão quente e macia tocou meu corpo dolorido.
Entreabri os olhos, uma garota estava ao meu lado. Sorriu levemente e perguntou: tudo bem? Não consegui responder
Segurava um tubo de creme, disse que era uma pomada anestésica, para evitar hematomas, iria cuidar de mim.
Passou a me massagear com o remédio. Aos poucos aquele doce contato foi me fazendo esquecer os machucados, experimentando sensação agradável. A dor transformava-se em prazer, excitação. Até que pegou o meu membro, parecendo contente: ainda bem que não machucaram esta parte. Seria pena estragar esta maravilha
De imediato despertou, acho que gostou pois segurou com força masturbando-me ligeiramente.
Aqueles dois babacas só pensam em arrancar dinheiro dos outros, se esquecem que a vida tem outras coisas mais.
Em seguida abaixou a cabeça e chupou a ponta com a boquinha. Queria mais, engoliu gulosa sugando com força, ávida de prazer. Durante certo tempo, estava prestes a encher-lhe a boca, suplicou: não termine ainda, quero que molhe por dentro.
Abaixou o jeans, tirou-o jogando em um canto. Veio se ajeitar em mim, aproximando-se da sua gruta, engolindo-o
Subia e descia rápida comandando a relação, procurando se satisfazer. O que aconteceu logo depois, se contorceu, gritando de prazer. Relaxou. Recomeçou novamente, acho que desta vez querendo retribuir, completar-lhe também, o que fiz esguichando forte em suas entranhas quentes.
Várias vezes ela voltou para desfrutar daquele prazer. Até que tudo se resolveu, papai pagou o resgate e fui libertado. Fiquei feliz pela liberdade e, ao mesmo tempo, triste por perder aqueles momentos gostosos, irei sempre sentir saudades daquela prisão