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Até o cachorro se deu bem

"Não sou o que se pode chamar de uma linda mulher mas tenho as medidas certas, muito charme e muito tesão. Nunca faltaram-me homens, desde os meus 13 anos quando perdi a virgindade para o meu tio, na época com 40 anos. Não foi forçado e acho ate que eu que lhe provoquei pois não agüentava mais só brincar com o seu pau. Sou negra, estou com 32 anos e moro sozinha em um sitio perto de Belo Horizonte. A um ano atrás conheci um namorado de uma amiga, o Antonio Carlos, alto, mulato mas nada que me chamasse a atenção.
Saiamos juntos com os amigos e nunca havia notado nenhum olhar especial por parte dele ate que um dia ao nos despedirmos com beijinhos os nossos lábios se tocaram, nada erotizado mas o suficiente para eu sentir um certo tremor e voltar para casa pensando que de repente seria gostoso te-lo na cama. Duas semanas depois ele me liga e combinamos um almoço na minha casa. Compro um belo vinho, preparo uma gostosa comida e somente quando ele chega vou tomar banho e me apresento apenas com um mini vestido, tremula e nervosa não sabendo o que iria acontecer mas querendo que fosse tudo.
Bastou um olhar para todas as reservas se acabarem. Foi um louco beijo, com todas as suas mãos me esfregando e seus dedos penetrando o meu corpo. Não almoçamos, pois aquele imenso tesão não podia esperar. Fui chupada enquanto mamava o seu negro pau. Tive a boceta alargada e o cú arrombado de tanto cacete que levei em todas as posições possíveis. Ao final ficamos deitados, quase dormindo, procurando as forças que havíamos perdidos. Só ai notei que o Vira, meu cachorro mestiço, também estava no quarto, lambendo o seu pinto já meio duro.
Talvez tenha sido o cheiro de sexo ou de suor que o tenha deixado naquele estado, só sei que passei a mão em sua cabeça e ele imediatamente passou a lambe-la e logo depois a lamber minhas pernas, minhas cochas, forçando-as ate‚ se abrirem e mostrarem a minha boceta molhada. A indecisão que me tomou conta deu o tempo que ele precisava para lamber o meu sexo, junto com a porra que escorria e ficar completamente excitado. Tentei expulsa-lo mas o Antonio não deixou, disse que queria ver mais um pouco e eu, gostando apesar de fingir que não, fiquei quieta.
Imediatamente ele subiu na cama e ficou entre as minhas pernas. Que chupada gostosa. Aquela enorme língua, áspera e quente penetrava fundo a cada lambida (eh incrível como a língua de um cachorro eh dura se comparada com a de um homem), deixando-me louca. A cada movimento eu queria mais e mais ate gozar profundamente, o que não demorou 30 segundos. Esgotada coloquei-me de bruços para dormir, esquecida que os meus amantes ainda estavam com vontade de continuar. Se o Vira não sabia como o Antonio tratou de ensinar, colocando vários travesseiros debaixo do meu ventre e abrindo as minhas pernas.
O resto o cachorro adivinhou e fez. Cavalgou o meu corpo e rapidamente enfiou seu pau na minha boceta. Seu corpo mexia rapidamente, e seu cacete que já não era pequeno crescia ainda mais me ocupando inteira e batendo forte no meu útero. Não sentia suas unhas arranhando as minhas costas, nem percebi quando o Antonio gozou na minha boca, sentia apenas aquele enorme cachorro me comendo e me enchendo de porra va rias vezes (só depois eu soube que cachorro goza deste jeito). Desde então tenho no Vira o meu melhor amante e nem preciso chamar, pois basta eu me masturbar um pouquinho que ele, sentido o cheiro, vem correndo.

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